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From my kitchen, with love

Experimentar, (a)provar e partilhar

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Minimalismo - primeiro estranha-se...

Certamente já terão ouvido falar no termo Minimalismo, mas afinal o que é isto de ser minimalista?

Resumo todas as definições que possam existir a uma frase: viver com o essencial! Calma, viver com o essencial não significa que não tenhamos conforto, mas significa que não precisamos de ter o espaço que habitamos cheio de tralha que só nos dificulta a vida quotidiana e nos consome resmas de energia.

Vejamos, um roupeiro cheio de roupa, da qual vestimos apenas 20 ou 30%, o mesmo é válido para as gavetas, móveis de sapatos, servem para quê? Para nos dar trabalho a procurar todos os dias aquilo que realmente usamos. Para nos dar trabalho a arrumar e a manter em ordem.

Agora pensem nos armários da cozinha, quantos utensilios têm que nunca usam? Mas lá estão eles, a ocupar o vosso precioso espaço, na esperança de um dia virem a ser precisos. Admitam que esses armários não são limpos mais vezes porque dá uma trabalheira tirar toda a tralha que lá está dentro!!

Ok, acho que estes exemplos serão suficientes para vos dar uma visão simplificada das coisas. Ao adotarem um estilo de vida minimalista, irão ganhar tempo, espaço e energia. Não sou radical em nada, e aqui não é exceção, eu também tenho coisas das quais não me desfaço, seja porque acredito que me possam vir a ser úteis ou porque têm valor sentimental. Acontece, que desde que comecei a ler sobre esta matéria e comecei a colocar em prática alguns hábitos, percebi que efetivamente simplificam o dia a dia, e numa época em que ter tempo é quase um luxo, faz todo o sentido.

 

 

Como velhos hábitos não se mudam de um dia para o outro, deixo-vos algumas dicas, que eu coloquei em prática e que resultaram comigo:

  • Antes de começarem a destralhar, tenham por perto 3 sacos: um para colocarem o que querem dar, outro para o que é mesmo para ir para o lixo e outro para aquilo que querem reciclar
  • Tralha não se organiza, elimina-se! Sem medos!!
  • Comecem aos poucos, virar a casa do avesso não vos vai facilitar em nada, pelo contrário. Escolham uma divisão da casa que queiram começar a destralhar e dentro dessa divisão escolham um sitio especifico de cada vez. Por exemplo, no quarto, escolham uma gaveta e retirem dela tudo o que não usam mesmo. Repitam o processo em todos os móveis do quarto, até que nesta divisão fique apenas o que utilizam MESMO.
  • Se estão em dúvida sobre desfazerem-se ou não de algum objeto, colquem-no em stand by, no sótão, ou onde costumam armazenar coisas que usam com pouca frequência. Se passaram 6 meses e não vos fez falta, já sabem o que fazer, certo?
  • Não caiam na tentação de achar que precisam de mais espaço, ou de caixinhas para organizar as coisas, esqueçam! Se assim for, significa mesmo que têm coisas a mais. Eliminem ao máximo o que é dispensavel e verão o espaço que sobra.
  • Pensem bem antes de adquirirem mais objetos, roupas, etc. Precisam mesmo de as adquirir? Se sim, tentem usar a regra da substituição, isto é, se adquirem uma nova peça de roupa, eliminam outra que não usam ou que já não está nas melhores condições. Assim dificilmente voltam a acumolar o que quer que seja.

 

 

Além do que vos explico acima, há também uma série de coisas às quais estamos presos e que em nada nos beneficiam, traduzindo-se apenas em mais despesa todos os meses, por exemplo:

  • Aquele pacote de TV com 300 canais dos quais vemos 5 ou 6 e pelo qual pagamos um abuso de dinheiro
  • A subsrição da revista X que chega todos os meses pelo correio e que a última vez que a lemos foi em 1999. 
  • A subscrição do ginásio que não passou de uma resolução de ano novo ( 1 minuto de silêncio por todas as resoluções de ano novo que envolviam idas ao ginásio)

Para terminar, acredito que todos nós precisamos de aprender a viver com menos. Somos diariamente bombardeados com anúncios que nos fazem acreditar que efetivamente precisamos daquilo. A mudança nem sempre é fácil, mas se dermos pequenos passos diariamente as coisas vão ganhando forma.

Deixo-vos alguns sites/blogs sobre minimalismo para que possam perceber melhor o conceito :)

Becoming Minimalist

Be more with less

Un-Fancy - a minimalist fashion blog

Smallish

 

 

 

 

Já sabes o que queres para 2017?

O final do ano é, para mim, sinónimo de balanço. Há muito tempo que tenho o hábito (eventualmente quase todos temos) de me sentar e refletir sobre o ano que termina. E era só isto, quase sempre. Passava em revista os melhores e os menos bons momentos do ano, e pensava, superficialmente, sobre como gostaria que fosse o ano seguinte. 

As coisas mudaram quando em 2014 decidi fazer a certificação de coaching. Dois fins de semana intensos, e nada voltou a ser igual. A forma como vejo o mundo mudou, a forma como me vejo também mudou. A forma como vejo e me relaciono com os outros mudou. Nada passou subitamente a ser perfeito, mas muitas coisas passaram a fazer muito mais sentido, outras, por sua vez, deixaram totalmente de fazer sentido. 

Um dos temas abordados no curso da We Create são os tipos psicológicos de Carl Jung. Daniel Sá Nogueira divide-os em quatro: Prático, Emocional, Espiritual, Mental. Significa que todos nós teremos maior predominancia de um destes tipos psicológicos. Eu sou claramente prática/emocional. É para fazer? Faz-se! Agora digam-me uma palavra (sim, não é preciso mais) errada no momento errado e arruinam-me o dia por completo...Ter esta consciência fez-me perceber porque é que as pessoas "chocam"umas com as outras, nomeadamente em contexto de trabalho. É óbvio que um ser essencialmente mental não vai entender porque razão é que uma palavra pode transformar o meu dia, para melhor ou pior ( só para vos dar um exemplo). Compreender as diferenças terá sido das melhores aprendizagens que tive. 

Existe ainda a hierarquia de valores. Não existem valores certos ou errados, existe sim, uma hierarquia. O que para mim é um valor vital, para outra pessoa pode estar no final da hierarquia. Entender e respeitar estas diferenças poupa-nos anos de vida!

Outra grande aprendizagem foi perceber porque é que falhamos no cumprimento dos nossos objetivos. E aqui eu resumiria a duas grandes questões: primeiro, não definimos objetivos de forma correta/eficaz; segundo, a relação prazer vs dor em relação ao que nos propomos fazer. Por exemplo: eu estabeleço como objetivo fazer um curso este ano. Hoje não vou porque está a chover. Amanhã não vou porque tenho um jantar, e assim sucessivamente. O ano terminou e eu não fiz o curso, porque me causou mais prazer fazer todas as outras coisas, do que dor por não ter cumprido com o que me havia proposto. Tem, naturalmente, a ver com o quanto nós queremos atingir determinado objetivo.

O que é que mudou para mim? A consciência. Agora sei porque é que falho quando não cumpro determinado objetivo, e isso faz, para mim, toda a diferença.

Quando tomamos consciencia de todas estas coisas, fazemos (em principio) escolhas mais acertadas. Tornamo-nos mais proativos e menos reativos. Respondemos, em vez de reagirmos. Na maioria das vezes, vá ;)

Se vos faz sentido sentarem-se, pensarem em tudo o que viveram este ano e definirem o que querem para 2017, deixo-vos alguns tópicos para reflexão:

Sobre 2016

  • Quais foram os momentos altos de 2016?
  • Se definiram objetivos, quais foram cumpridos? E quais é que ficaram por cumprir?
  • Coloquem-se em causa. O que é que não fizeram e que dependia exclusivamente de vocês?
  • Que projetos é que já não faz sentido manterem no próximo ano?
  • Que pessoas não querem que permaneçam na vossa vida?

Para 2017 (recomendo que escrevem sobre estes tópicos)

  • O que é que querem transportar de 2016 para 2017? Falo de tudo: pessoas, trabalho, objetos...
  • Qual é o vosso maior objetivo para o novo ano?
  • O que é que podem fazer para alcançar esse objetivo?
  • Que projetos querem manter ou iniciar?
  • O que é que queres fazer de diferente por ti, no próximo ano?

É muito fácil encontrarmo-nos perdidos, como a Alice, e permitir que qualquer caminho nos sirva. Dá trabalho direcionarmos a vela do nosso barco para onde queremos, principalmente quando o vento nos tenta levar para outro rumo. A vida é feita de escolhas, e a maioria delas depende apenas de nós. 

Procurem todos os dias a melhor versão de vocês próprios.

 

Façam de 2017 o vosso melhor ano :))

Até já!

 

 

 

 

 

 

Setembro, o mês de todos os recomeços

Setembro é dos meus meses preferidos. Acho que talvez seja por ser o mês do regresso às aulas, sempre adorei regressar à escola, saber os horários, comprar o material escolar (sou louca por material escolar, papelaria e afins), rever os amigos, etc. Uma parte deste entusiasmo esfumava-se aos primeiros testes, é um facto, ainda assim, continuava a ser das minhas alturas preferidas do ano.

Agora, já com 35, Setembro continua a ser dos meus meses preferidos, entrar em Setembro é quase como entrar num novo ano. Recomeça-se quase tudo, há o regresso ao trabalho (para os que tiverem férias, não se pode dizer que seja o meu caso), o regresso às aulas, o regresso à maioria das rotinas, mas para mim, há mais do que isso. Setembro é mês de balanço, aliás, os últimos dias de Agosto são de balanço, dia 1 de Setembro já tem que estar tudo 'operacional'!

Nesta altura aproveito para rever os objetivos que estabeleci no inicio do ano. Alguns foram cumpridos, outros nem por isso, há também os que não foram cumpridos mas deixaram de fazer sentido. A vida é isto, o que hoje parece óbvio e importantissimo para a nossa existência, amanhã pode não fazer sentido absolutamente nenhum, mas sabem que mais? Está tudo certo! Pior do que deixar objetivos por cumprir é nem sequer os estabelecer, pelo menos para mim! A forma como encaramos o que ficou por cumprir fará toda a diferença. E aqui posso dizer-vos que temos duas hipóteses: ou ficamos na frustração do que ficou por fazer, ou avançamos para coisas novas, com entusiasmo renovado. O que é que escolhem?

Como sei que este mês é extremamente dificil para muitas familias (a vários níveis), principalmnete para quem tem crianças, há toda uma logisitica diária que custa a engrenar, decidi deixar aqui algumas dicas para que este mês seja vivido de uma forma mais tranquila.

 

1. Organização e planeamento

Não há volta a dar, a organização é a chave de tudo! E agora vocês dizem: 'Boa, Carla, e onde é que está a novidade??" Eu sei que não é novidade nenhuma para niguém, mas agora digam-me: quando as coisas descambam, 99,9% das vezes é por falta de quê? Pois é, a teoria está cá toda, já passar à prática é outra conversa!

Sobre este item vou só dar alguns exemplos:

- Planear todas as refeições da semana - 

Não há nada mais stressante do que chegar ao final do dia sem saber o que vai ser o jantar, pior, sem sequer saber o que há na dispensa e no frigorifico! O que é que nós fazemos? Vamos ao supermercado a correr, trazemos a primeira coisa que nos parece rápida e fácil de fazer, esperamos horas na fila da caixa (sim, porque existe toda uma comunidade que vai ao supermercado ao final do dia), ou então optamos por jantar fora (em dias de devaneio a fast-food é a opção mais votada). 

Solução: uma vez por semana planear todas as refeições, olhar para o frigorifico e para a dispensa e ver o que está em falta para essa semana, fazer a bela da listinha e escolher um dia (apenas um dia) para ir ao supermercado. Se as coisas forem bem planeadas não vos vai faltar nada durante a semana, mas se faltar, não é o fim do mundo! Desta forma desocupam a mente do massacre "o que é que vai ser o jantar hoje", ganham tempo, energia e dinheiro. Agora lembrem-se de olhar para o menu de manhã, antes de sairem de casa, não vá o peixinho que planearam assar no forno ao jantar ficar esquecido no congelador, e lá se vão os planos!!

- Escolher um dia da semana para tratar das roupas - 

Outro stress, se não for gerido de forma eficaz! Um dia por semana será certamente pouco para uma familia com 2 ou 3 crianças (ok, até apenas com 1). Todos nós já fomos adolescentes e sabemos que por vezes a cadeira do quarto acumula todo um guarda-roupa que ninguém sabe muito bem se é para vestir, lavar, passar, etc... há ainda os adutlos que não sairam desta fase e fazem exatamente o mesmo, certo?

Solução: a máquina de lavar trabalha à quarta-feira (por exemplo), a roupa que está, está, a que não está, estivesse! Escusam de vir reclamar porque não têm a camisa XPTO para vestir, os esquecimentos na cadeira vão começar a ser menos frequentes, garantidamente! Para que a roupa por passar não faça concorrência com os arranha-céus de New York, sugiro que lavem e passem, num dia previamente estabelecido para o efeito.

- 15 minutos por dia para manter a casa em ordem - 

15 minutos por dia chegam para que a casa não fique um caos! Fazer as camas, colocar os brinquedos dentro das caixas, arrumar correspondência espalhada, etc. Não é preciso mais do que isto, acreditem. E se ganharem o hábito de o fazer diáriamente, vão ver que terão a vida muito mais facilitada!

 

2. Tempo para nós

Se nós não estivermos bem connosco, dificilmente vamos estar bem com os que nos rodeiam, seja em casa ou no trabalho. Na maioria das vezes, usamos a falta de tempo como desculpa, acontece que falta de tempo não existe, existe falta de planeamento. Ninguém planeia falhar, mas é certo que falhamos porque não planeamos. Pensem em quantas vezes já disseram que não leêm porque não têm tempo. Agora pensem quanto tempo passam com o smartphone na mão a ver coisas nada interessantes nas redes sociais? Pois é! Nada contra as redes sociais, pelo contrário, mas há que refletir sobre a forma como ocupamos os nossos preciosos minutos.

A minha sugestão é que faça parte da vossa rotina diária tempo para vocês, e uma vez mais, podem ser só 15 minutos, não interessa, desde que ganhem o hábito de o fazer. Pode ser para dar um passeio à hora de almoço, pode ser para ler mais um bocadinho de um livro, pode ser para simplesmente não fazerem nada. Mas estejam convosco, só convosco! 

Dizem que precisamos de 21 dias para que possamos implementar um hábito. Então desafiem-se, estabeleçam um objetivo, e comecem a implementar um hábito de cada vez, vão ver que os benificios são mais que muitos!

Espero que este post vos seja útil, e não se esqueçam: nós não estamos cá para sermos perfeitos, estamos cá para sermos felizes :)))))

Até já, C. 

 

 

 

Os meus blogs preferidos

Livros, serão sempre livros, e não me venham com a história dos e-books, que eu não me convenço! Mas rendi-me à blogosfera (daí ter criado o blogue). Cada vez mais encontramos informação útil e de enorme qualidade, seja em blogues portugueses ou internacionais.

A vontade de mudar hábitos alimentares e de consumo, levou-me à descoberta de um mundo de partilha muito mais rico do que poderia imaginar. Encontramos de tudo, sobre tudo e para todos. Existem centenas de blogues que se dedicam exclusivamente a estas temáticas e acreditem, fazem um verdadeiro serviço público. Muitos destes blogues mereciam um link direto a partir da página do ministério da saúde, estou a falar muito a sério!

 

Porque beneficio desta partilha todos os dias, decidi listar os que mais frequento e que acho que são verdadeiramente úteis:

 

Há muito mais, mas estes são os que fazem parte da minha lista de favoritos, e que para quem quer começar e aprender o básico de uma alimentação consciente são, na minha opinião, os melhores.

Deixo também uma palavra para quem está a começar, tal como eu. O caminho não é fácil, são muitos anos de escolhas pouco saudáveis, cheias de prazer, é um facto (quem resiste a um bom queijo ou a uma sobremesa deliciosa?), mas nada benéficas para nós. Mas à medida que a nossa consciencia vai aumentando, as escolhas vão sendo feitas com mais cuidado, ou pelo menos, se não fizermos as mais acertadas, sabemos disso, temos consciência de que não é o melhor para nós. Claro que há sempre dias especiais, e nesses, eu acho que devemos aproveitar para comer o que não comemeos diariamente, nem mensalmente, sem culpas. Definir o que é a regra e o que é a exceção é fundamental. Alerto para o facto de que por vezes estes dias especiais repetem-se com mais frequência do que o desejável, deixam de ser especiais e passam a ser dias de desculpas, por causa do cansaço, porque o dia não correu bem e precisamos de um mimo, porque não tivemos tempo de preparar nada para o jantar e estamos a passar em frente a um restuarante de fast food (vem memsmo a calhar)...enfim, estas são as minhas desculpas, que acredito que sejam também as vossas, certo?

Seja como for, há que continuar, step by step, um dia de cada vez, até chegarmos ao objetivo final: inverter regras e exceções, de forma consciente e natural, sem sacrificios, com o prazer de estarmos a nutrir o nosso corpo com tudo aquilo que lhe faz bem e de que ele realmente precisa.

Espero que vos possa inspirar a iniciar este caminho ou a continuar nele  :)

 

 

 

Life in a Bag

Já conhecem o conceito Life in a Bag? Ter uma horta em casa nunca foi tão fácil! Dentro destes pacotinhos mágicos vem tudo o que é necessário, basta seguir as instruções e esperar que a natureza se encarregue do resto!

Hoje recebi o meu primeiro pacotinho, vou experimentar e depois mostro os resultados ;)

 

Os queridinhos do momento - Livros de receitas

Livros de receitas foi coisa que nunca faltou cá por casa, para todos os gostos. Eu sei que há blogues, e etc, mas nada se compara a um livro, absolutamente nada! Aquela sensação de chegar a casa com o livro novo para devorar...ahhhhh!!! 

A pensar na alimentação de forma diferente, também a biblioteca se tem alterado, para melhor, sem dúvida!

Deixo-vos a minha lista de queridinhos do momento, totalmente aleatória, onde podem aprender mais sobre alimentação consciente (chamemos-lhe assim) e encontrar uma enorme variedade de ingredientes que provavelmente sempre tiveram dúvidas em experimentar (ou não), mas que vos vai surpreender positivamente, tenho a certeza ;)

 

1. Natural, da Joana Alves

 

2. Brunch, da Joana Limão

 

3. Transforme o seu corpo e a sua vida em 22 dias, do Marco Borges

 

 4. Viagens de comida saudável, da Daniela Ricardo

 

5. As delicias da Ella, da Ella Woodward

 

6. Receitas saudáveis, do Jamie Oliver

7. O livro de cozinha da Marta, da Marta Horta Varatojo

 

 

 

Casa nova

Olá :)

O From my kitchen With Love mudou-se recentemente para esta nova casa...ainda um pouco desarrumada, mas com o tempo tudo estará no devido lugar!

Embora não estejam aqui, há receitas novas na página do facebbok, espreita aqui!

 

Até já!

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Who?

Cresci entre tachos e panelas. Todas as manhãs era acordada com o cheiro dos doces e salgados que saiam da cozinha da minha mãe...encomendas e mais encomendas! De todas as coisas, só havia uma que eu queria sempre: as empadas de galinha. Não existem no mundo empadas melhores que as da minha mãe. E sim, tenho a receita...mas não, não ficam iguais! Não me imagino uma cozinheira a tempo inteiro, de todo! Mas adoro cozinhar...e adoro comer, claro! Últimamente mais consiente das escolhas que faço em relação aos ingredientes e à forma de os confecionar, tenho descoberto verdadeiras maravilhas, tão simples e tão boas! Espero que vos possa inspirar :)

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